História cupido

A história do Cupido descende do mito grego de Eros, que se tornou popular através da obra do poeta grego Hesíodo, no séc. VIII a.C.. Hesíodo o descreveu como a energia cósmica de atração, que explica a união de todos os seres. Conhecido como Amor, Cupido era o deus equivalente em Roma ao deus grego Eros. A sua história remonta à Antiguidade Clássica e às mitologias Grega e Romana. Para os gregos, o seu nome é Eros , o jovem filho de Ares , o deus da guerra, e de Afrodite , a deusa do amor e da beleza. É descrito como « o mais belo dos deuses » por despertar o amor nos mortais, com o seu arco e flechas. História Cupido. Escrita por: shxiinda. Sinopse: Após cometer um erro gravíssimo, Luffy, um pequeno cupido, tem a missão de ir a Terra para consertar seu erro, e ajudar Trafalgar Law a conquistar o seu amor. Cupido, deus romano do Amor, as características físicas do Cupido, a grande história que envolveu o Cupido, a origem do deus romano Cupido, a obediência de Cupido para com sua mãe. A história de Cupido e Psique foi relatada por Lucio Apuleio na obra “Metamorfoses” — também conhecida como “O Asno de Ouro” — no século II e consiste no único romance latino que ... A história de Cupido e Psique apareceu pela primeira vez nas obras de Apuleio, escritor do segundo século da nossa era. É, portanto, uma lenda muito mais recente que a maioria das outras da Idade da Fábula. É a isso que Keats faz alusão, em sua 'Ode a Psique': Ó mais bela visão! Ó derradeira imagem Cupido era um deus filho de Vênus, deusa do amor e da beleza, e de Marte, deus da guerra.Sendo assim, ele era responsável por levar amor para homens e deuses, mas fazia isso utilizando uma arma. Apesar de ser apresentado como uma criança, na maioria das vezes, eventualmente também aparece como um rapaz. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de difamar ou violar as imagens dos artistas. Lista de Capítulos. Capítulo. Palavras. 1. Capítulo único. em 01/09/2020 18:10. 2 comentários. 73 visualizações. 2.215. Outras histórias de K_Candy. Dois de si - Jikook incesto 115. A história do Cupido começa na Antiguidade Clássica, na mitologia Grega, onde Cupido era um dos deuses mais antigos do Olimpo. Sua primeira aparição se deu por Hesíodo, que o definiu como um dos três seres primais, junto com a Gaia, a Mãe Terra, e Caos, a Matéria Primordial. O Cupido é, na verdade, Eros, deus do amor e do erotismo. Atualizado em 23 out 2016. A história do Cupido descende do mito grego de Eros, que se tornou popular através da obra do poeta grego Hesíodo, no séc.VIII a.C.. Hesíodo o descreveu como a energia cósmica de atração, que explica a união de todos os seres.

Destino talvez? Eu não quero...

2020.09.15 17:29 DorivalMelo Destino talvez? Eu não quero...

Olá pessoal, estou aqui de volta, criei esse perfil na intenção de escrever a história da minha vida que é um filme doido, mas justo quando havia escrevi do minha primeira história, essas coisas haviam parado de acontecer, e quando pensei que iria escrever sobre meu passado, hoje acontece mais uma cena "inesperada" por assim dizer se eu não fosse tão "eu"; Pra entrar em contexto, apenas precisa aber que eu sou um cara diferente do "normal", pelo memos assim me descrevem, tenho uma mente aberta, e sim, as vezes dou umas certas mancadas que fazem eu parecer não hetero saca?, mas fora isso, sou um cara simples e divertido, porém, mesmo sendo um bom cupido, tenho verngonha de usar meus próprios conselhos pra conseguir alguém ou ate chegar em alguém, porem, sem dificuldades nenhuma, bi, trans, gays e até velhinhos e velhinhas não tem nenhuma vergonha de chegar em min e falar que quer meu corpo nu na cara de madeira, tanto que de todas as minhas amizades, tanto homem quanto mulher, elaa sempre me falam que eu deveria aceitar esse destino, mas eu sempre ria e negava, porque na minha cabeça, isso é apenas um azar mesmo, porém, já fazia um tempo de 2 semanas kkkk, duas semanas (nossa, grande coisa), que não acontecia nada assjm comigo, mas hoje aconteceu, e é até engraçado lembrar pois eu estava tranquilo no porto onde faço meus bicos e passa tempos, quando do nada descendo a escada do navio, uma moça alta e até bonita chega em min e fala bem baixinho "me passar o zap" ou "me chama no zao" sei lá, e colocou um papel em minha mão, sendo esse o número dela... mas como nao havia escutado direito, pedi pra ela repetir e qua do ela repetiu, eu juro, olha que eu tenho uma voz um pouco mais aguda sim, mas eu consigo fazer um ton bem grave, mas na hora que aquela mulher repetiu a frase "me chama no zap", saiu com uma voz muito mais grossa do que a minha quando eu tento... e nisso me espantei, dei um sorriso sem graça e fiquei constrangido, mas nisso ela ou ele mordej os beços saiu rumo a sua rede me encarando, depois disso eu apenas fiquei sem reação e pensei, "porra, ate no meio do trabalho isso me acontece..." dali pra frente sempre que eu passava perto da rede dela, e olhava pra ver se todos estavam ok em seus devidos lugares, e ela entrava no meu campo de visão, ela fazia aquele gesto de telefone e mexia a boca ditando "Me chama".... cara se isso é meu destino, eu não quero, tá bom que ate hj so peguei uma namorada na vida toda, e nunca fiquei... mas não quero mudar de lado e brigar de espadas não... Valeu gente... mais uma vergonha fresquinha escrita com sucesso aqui...
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2020.07.15 03:45 TiaHaad Título: NICEFRIENDS/EX-BOYFRIENDS

Infelizmente/felizmente não tenho mais os prints das conversas, pois apaguei por pura raiva, mas decidi contar essa história só pela literatura. Olá Luba, Luna, Luquinhas, editores lindos, gatas, papelões (e falecidos), possível convidado e turma linda que está à ver. É longa a história mas vou tentar resumi-lá. Quando tinha 14 anos de idade (atualmente 16) eu entrei em uma orquestra experimental, pois minha família, por conta da igreja (que não faço mais parte) sempre teve contato com música e instrumentos musicais. Nssa orquestra eu conheci um menino, vamos chama-ló de Ícaro (mas o nome dele é Ítalo) e ele desde que me conheceu gostou de mim e por fazermos parte da mesma igreja, só que em bairros diferentes, o nosso contato era grande, tínhamos também uma amiga em comum, que é a minha amiga de berço, que foi praticamente nossa "cupido". Eu sabia que ele estava interessado em mim, mas eu gostava de um menino da escola na época (que por sinal gostava de uma amiga minha e ela o rejeitava), até que eu me dei conta de que nada iria rolar entre eu e ele e deixei pra lá. Claro que fiquei triste e de coração machucado, e por conta disso o menino Ícaro teve espaço em mim. Conversávamos bastante, desenvolvemos uma intimidade MUITO grande. Contava tudo da minha vida pra ele, inclusive dos problemas emocionais que eu tinha por conta de situações e problemas que estavam acontecendo na minha família como a separação dos meus pais, o bullying que meu irmão estava sofrendo por ter uma aparência e comportamento afeminado, e principalmente a violência e abusos domésticos que minha irmã sofria no seu relacionamento, que chegou até o ponto dela tentar se matar. Todas essas coisas ele sabia, pois confiava muito nele. Sou extremamente difícil de me abrir com as pessoas, mas nele eu senti segurança em contar tudo isso e acabava me apoiando dele, mas eu deveria ter entendido desde de o início que se ele entrou em contato comigo já interessado em mim não existia amizade. Um belo dia recebi prints dessa amiga cupido de conversas que ela teve com ele e ele dizendo coisas tipo "a família dela é problemática demais", "não quero entrar em um relacionamento com ela por causa dessa família conturbada", "quem entra em uma nova família entra em seus problemas também e eu não quero ter que carregar isso". Aquilo, de verdade, me machucou, minha amiga me defendeu dizendo que quem ama não se importa com isso, até ajuda, mas ele não ligou. Me senti, na mesma hora, muito mal por fazê-lo se sentir daquele jeito, por problemas da minha família, sendo que eu não deveria me sentir mal. Imediatamente pedi desculpas à ele dizendo que eu não fazia ideia de que os problemas da minha família faziam tão mal à ele. Ele aceitou as desculpas e me pediu também, mas hoje vejo que não foi sincero. O que ele disse foi o que faltava pra me fazer cair no posso da ansiedade e da baixa-auto-estima, pois todos esses problemas me causaram feridas que eu tento segurar até ter dinheiro pra pagar um psicólogo, porque meus pais não tem dinheiro e acreditam pouco em saúde mental. A todos, tomem muito cuidado como lidam com os sentimentos das pessoas. Enfim, essa foi minha história. Um beijo pra quem quiser. 
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2020.06.30 00:12 Turquesaaa Eu ajudei a dar cifres em alguém sem saber

Olá gente, hoje eu vim contar minha história, do oitavo ano, eu ainda estou no oitavo, mas foda-se bora começar
Tinha uma menina da minha sala quê eu gostava dela- obs: só bissexual- aí eu tinha falado para umas das minhas melhores amigas quê eu tava afim da menina, aí começou a operação cupido, para me juntar eu e a menina.
No primeiro dia de aula eu peguei o número dela para começar a conversar, e adicionar no grupo da sala.
No segundo dia dela na minha escola, já éramos amigas, e pra mim a melhor coisa desse dia foi eu e ela dando um beijo da bochecha uma da outra, quase fui a mil pôr causa disso.
No carnaval da escola era uma sexta-feira, agente tinha marcado de se pegar, então nós duas fomos no banheiro feminino, e aí eu perdi o meu bvl, e nossa não sabia quê beijar era muito bom.
E depois de um tempo agente se pegou pela segunda vez, e depois ela me contou que ela namorava.
Fique desesperada, porquê tipo, será quê eu ajudei a dar cifres em alguém, e estou com isso da minha cabeça até hoje.
Bom essa foi minha historia e tchau :3
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2020.06.29 21:19 AliciaMun Sou babaca por não perdoar eles?

Oi, meu nome é Alicia e tenho 14 anos. A história aconteceu no começo deste ano: No primeiro dia de aula conheci uma garota chamada Birubiru e logo de cara, nós nos damos super bem. Alguns dias depois, meu colega (que logo virou meu amigo) disse que estava gostando dela, então eu fui dar uma de cupido e os dois ficaram. O negócio é que, meu amigo começou a sufocar ela (a chamando de vida, amor e etc) e então teve um dia em que fizemos um acordo, ambos podem pegar quem quiser (de começo eu achei estranho, até pq eles só tavam ficando e não namorando). No mesmo dia, eu, birubiru e mais dois amigos fomos ao shopping, lá encontramos mais duas pessoas. A 1ª queria ficar com birubiru e a segunda queria ficar comigo. Birubiru aceitou, mas eu não, pois meu amigo que estavam pegando a birubiru disse que essa tal pessoa a dias atrás estava falando mal de mim. Marcamos de se encontrar numa praça e foi isso. Só que não. Lembra que eu estava acompanhada de mais dois amigos? Então, eles se sentiram abandonados por mim e foram embora. Eu tenho que avisar vcs que a minha sorte é muito grande. Eles encontraram o cara que tava pegando a Birubiru e como estavam com raiva, decidiram explanar o que ela ia fazer (que era pegar outro). O garoto não recebeu bem a notícia e começou a falar sobre uma teoria maluca que tinha sobre mim: eu queria pegar a Birubiru. (Só que tipo, se eu tô afim de uma pessoa, 1º que eu nunca arranjaria outra pessoa para ficar com a Birubiru. Então eu gostaria de saber da onde veio esse pensamento burro). Lembra que a gente tinha marcado se se encontrar na praça, pois então. Minha sorte é tão grande que os meninos encontraram os outros meninos. E ainda tem o melhor, os garotos que eu considerava meus amigos, acreditaram na teoria. Criaram um grupo no ZAP só para falar sobre isso, armaram uma discussão fake no grupo da sala e ainda me fizeram chorar. Eu nunca soube o real motivo de isso ter acontecido, masssss.... Um caro senhor que estava no grupo, me contou tudo e pediu desculpas. Foi o único que reconheceu que errou. Todos estavam falando que eu tava fazendo tempestade num copa d'água, só que mano, quem perdeu amigos, quem saiu magoada, quem se sentiu culpada fui eu (embora nem culpa eu tenha). Falei com a maioria, perdoei dois garotos. O resto eu bloqueei. Aaaa!! Fora que eu tentei falar com o cara que tava com a Birubiru, mas no final ele me chamou de FDP e vagabunda. E aí ? Sou babaca por não ter perdoada esses carinhas?
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2020.06.21 03:29 migons eu sou burra por ser cupido do menino que eu gosto?

olá Luba, editores, gatas, falecidos papelões e turma que está a ver, essa é a história de como eu passei de pessoa apaixonada pra cupido.
há um ano, eu conheci um garoto, acabei começando a gostar dele etc, mas nunca conversei muito com ele. esse ano eu me tornei uma amiga realmente próxima dele (vamos chamá-lo de varls). o varls me contava sobre as pessoas que flertavam com ele e tudo, até que eu descobri que ele gostava de uma menina (cláudia, nome fictício) que ele conheceu anos antes de me conhecer. eu soube da história toda, ela saiu da escola sem avisar ninguém, o que abalou bastante o varls, mas ele nunca deixou de gostar dela.
nessa conversa eu pedi o contato da cláudia pra resolver isso logo, pelo que eu já sabia, a cláudia gostava do varls assim como ele gosta dela, mas o varls tinha medo de falar isso pra ela. então eu mesma falei pra ela que o varls tinha sentimentos por ela e tal, desde então eles aparentemente conversam todo dia. sempre que havia algum problema entre eles, eu os ajudava a resolver, o varls tinha medo de fazer algo errado pra ela, ainda mais porque eu coloquei ele nessa situação.
um amigo meu até falou que eu era trouxa por juntar a pessoa que eu gosto com outra kkkkk :')
eu queria saber oq vcs acham, eu fiz certo em, apesar de ainda gostar do varls, juntar ele com outra pessoa e ficar vendo ele bobo falando sobre a cláudia?
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2020.06.09 17:52 Snow_Cokkie Elemento X

Olá Luba, Editores, Turma que está a ver e outras coisas que as pessoas dão oi que eu nem lembro mais Hoje vou contar uma história sobre como uma menina que eu admirava se tornou alguém péssimo. Porém, esse é um Im I the Asshole? Por que eu agi de uma forme que eu super não concordei depois, e agora estou em duvida. Mas enfim, vamos começar. Podem me chamar de Cokkie ou de Coki, e nessa história temos 3 personagem além de mim, o mais importante vamos chamar de Cupido, o segundo vamos chamar de Chefia e o terceiro de Elemento X.
A quase 3 meses eu comecei a participar de uma comunidade de escritores jovens, e lá conheci 3 amigos, o Chefia (Apelido dele para mim) a Cupido (Nick dela) e também o Elemento X, mas eu sempre conversei mais com o Elemento X, ainda mais por que eu estava escrevendo uma história com ela na época. Um dia normal eu estava vendo meu Whats e vejo que o Elemento X tinha postado um status xingando alguém que ela não revelou o nome, e eu me lembro claramente das palavras (tinha prints, porém mudei de celular e agora não tenho mais.) "Mano que saco sério, essa garota é insuportável!", "Sabia que nenhum dos seus amigos realmente gostam de você?! Todo mundo te acha uma vaca, tóxica e gorda" e o ultimo dizia: "Você vai odiar os personagens que eu mais gosto apenas por que você é uma tóxica" ou coisas do gênero. E claro, eu fiquei preocupada, e mandei uma mensagem perguntando se estava tudo bem ou se alguém tinha irritado a garota, as quais ela simplesmente ignorou.
O que ocorreu é que a Cupido falou para o Elemento X que ela não gostava de certos personagens pois a Elemento X era muito Baba Ovo com eles e todos mimavam eles, além de que eles não tinham uma história muito boa. E isso foi o suficiente para deixa-la extremamente... exaltada.
Pouco tempo depois eu liguei para o Chefia, para a Cupido e um outro personagem que não é relevante pra história, mas vamos chama-la de "C". Nessa ligação as 4 pessoas tiraram print do ícone de ligação e o nome das pessoas que estavam na call e postaram no Status, apenas de piada interna. E a primeira pessoa que viu esse status foi o Elemento X, e ela me mandou as seguintes mensagens:
Mas ela é a melhor amiga do Chefia, eu não posso fazer isso.>
O Chefia é meu melhor amigo e tals, vai ser meio rude fazer isso com a melhor amiga dele>
Foi algo mais ou menos assim, e logo depois disso ela ficou esquisita, e eu ouvi a Cupido chorando na ligação, e de repente ela tem um ataque de pânico. Ela ficou sem ar por quase 1 minuto e o Chefia já começou a ficar preocupado. Depois quando ela se acalmou ela mandou uma mensagem no grupo que tinha eu o Chefia a Cupido e a C, e na mensagem dizia:
Isso é tudo que eu lembro das mensagens.
Meu sangue subiu nessa hora, o Chefia mandava que a Cupido apagasse o número do Elemento X e que bloqueasse ela da comunidade de escritores, enquanto C acalmava a Cupido e eu digitava palavras maldosas para o Elemento X, eu lembro apenas de algumas como "Você está zuando com a minha cara?" ou "Isso não se fala pra ninguém sua puta arrogante" E coisas assim.
Eu a bloqueei e deletei o número, tirei o crédito dela da história que ela "escrevia" comigo já que ela mal escrevia e só corrigia os poucos erros ortográficos e as pontuações que ela achava que não eram necessárias, ainda mais por que eu sou bem fresca com pontuações quando escrevo. Algumas horas depois ficamos sabendo que as amigas do Elemento X criaram um grupo para xingar a Cupido e falar o por que que ela estava errada sobre a história do personagem, e também uma amiga da Elemento X falou que era tudo uma brincadeira e que deu nisso.
Depois disso fiquei me sentindo culpada por xingar a Elemento X sem deixar ela argumentar depois, e ir logo apagando o número dela e tals.
Então Lubinha, eu fui babaca em xinga-la e permanecer com a história para mim? Devo pedir desculpas?
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2020.04.25 21:43 Anootheer Me ajuda a achar esse jogo! PF

Eu não me lembro muito do nome/história do jogo, irei contar tudo que eu me lembro aqui! Eu acho que era um jogo para PS2, você podia escolher 4 personagens, 2 começavam na mesma área e os outros dois em outra área, vou contar mais detalhadamente de uma personagem em especifica que eu me lembro, ele tinha o poder de gelo, roupa verde (uma "bermudinha", camisa de manga longa verde e uma "boina" verde também) ela usava um cetro, amarelo. ela começava no mesmo lugar que o outro personagem que tinha poder de um furacão verde que pegava em quase todos os inimigos, como se fosse um pantano, porém acho que estava mais uma floresta. Os monstros dessa área pareciam ser uns bixinhos marrons, que pareciam uma estátua. Depois que você passava dessa "fase" ou área do mapa, todos os 4 personagens iam para o mesmo local, um castelo (vc só podia escolher um personagem e jogar apenas com ele, só para deixar claro, não aparecia os outros), nesse castelo eu me lembro que na cena mostra uma especia de "cupido" que fica do lado de uma mulher de cabelo preto e vestido roxo dentro do castelo enquanto ve você entrando no castelo. Agora chega a parte que eu mais bugo pois nunca passei desta parte, esse castelo era muito grande e nunca sabia o objetivo doq tinha que fazer lá dentro, só que quanto mais vc ficava lá dentro matando os monstros e andando por ele, mais e mais monstros apareciam, até um ponto que ficava impossivel matar mais. sobre os quatro personagens, 1 menina usava gelo e a outra menina poder de fogo. 1 menino usava o furacão verde e o outro raio
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2020.01.13 10:45 MarkFirstS2 MINHA HISTÓRIA COM O JOGO MINIMUNDOS.

MINHA HISTÓRIA COM O JOGO MINIMUNDOS.
Este é o meu primeiro texto no reddit, e gostaria muito de contar a minha história com esse jogo. A ideia veio ontem, quando estranhamento sonhei com MINIMUNDOS.

Bem, eu joguei Minimundos de 2012 (início) até 2018 (encerramento), mas abandonei o jogo várias vezes nesse período. Então vou separar a história em momentos: 2012,2014, 2016, 2017 e 2018.

Sem dúvidas foi um dos jogos mais importantes da minha vida, gastei um bom tempo nele e tenho muitas saudades.

Espero que vocês gostem <3


2012/2013 - Foi nesse ano que comecei a minha história com esse jogo maravilhoso, sim, bem no início. Pra ser mais exato, em Dezembro. Eu tinha em torno de 10 anos quando vi um anúncio do jogo no CLICK JOGOS, e claro, eu cliquei.
Criei uma conta chamada MONSTRO AUGUSTO.
Essa época foi bem interessante, foi o período em que o jogo mais bombou. Lembro de passar horas do meu dia jogando.
Minha rotina era: Sair da escola, ficar com minha mãe no trabalho, jogar minimundos no computador do trabalho, voltar pra casa e jogar minimundos no meu computador. Lembro que a internet só era boa nas escadas do meu quarto, então, eu colocava o nootbok lá e ficava sentado na escada a madrugada toda jogando.
Lembro que o primeiro raro que eu me apaixonei foi o "Arial, o monstrinho", ele custava em torno de 1700 minimoedas, e claro, eu não fazia ideia do que era isso. Descobri um tempo depois que MINIMOEDAS era um tipo de cash dentro do jogo, que poderia ser adquirido com dinheiro de verdade.

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Naquela época eu ainda não entendia nada de LUCRAR e tive que comprar moedas com dinheiro real, gastei todo o crédito do celular da minha mãe.
MAAAS... eu consegui o raro.
Nesse ano eu também comprei o meu primeiro raro na loja: A formiguinha operária marrom.

https://preview.redd.it/rk10ox47fia41.jpg?width=253&format=pjpg&auto=webp&s=e3b41910af374ab8ff5804d7b6a274a0a7463a4c
No começo de 2013 eu troquei o meu "Arial, o monstrinho" por uma capa maravilhosa no mercado de trocas... CAPA ROYAL.
E um tempo depois eu troquei essa mesma capa por um traje doutor sangrento. Naquela época eu ainda era muito noob, então, olhei o reembolso do raro, e era 25 minimoedas (raro da roleta)... eu fiquei muito triste (pois não entendia nada do jogo) e... REEMBOLSEI O TRAJE.
Depois disso eu parei por um tempo, mas voltei a jogar no mesmo ano.

Já na metade de 2013 a história foi outra. Eu comecei a ficar mais no MERCADO DE TROCAS e descobri a MAGNÍFICA HABILIDADE DE LUCRAR. Eu passava praticamente o dia todo lucrando e lucrando. O mais engraçado é que o máximo que consegui de minimoedas nessa época foi em torno de 30k. Sei que não parece muito, mas naquela época era uma boa grana.
Até que aconteceu a primeira merda no jogo... EU FUI BANIDO!
Bem, até hoje eu não sei ao certo o motivo desse banimento, mas acredito que seja por causa de comportamento impróprio... SIM, EU FALA MUITO PALAVRÃO.
Eu claramente fiquei muito triste e abandonei o jogo pela primeira vez, fiquei algum tempo sem jogar... ATÉ 2014.



2014 -
FOTO DE 2014
Bem, mesmo tendo abandonado o jogo eu entrava de vez em quando pra saber das novidades (em outra conta chamada MARK FIRTS). Lá pra março (meu aniversário) eu ganhei 50 reais da minha avó. Eu fiquei um bom tempo imaginando onde poderia gastar "todo esse dinheiro"; até que lembrei do Minimundos.
Resolvi dar outra chance, gastei os 50 reais em MiniMoedas; lembro que o primeiro RARO que comprei com esse dinheiro foi o "KHAN".
Khan
Certo, eu oficialmente tinha voltado a jogar MINIMUNDOS.

Com o tempo fui aprendendo a lucrar cada vez mais. Lá pra Junho eu já tinha recuperado meus 30k.
E agora que a história fica triste denovo...
Com esses 30k que juntei, comprei um raro que achava muito lindo: O CENTAURO.
Centauro
A felicidade durou pouco...
Um tempo depois que comprei o CENTAURO, apareceu um jogador no mercado de trocas oferecendo um "CAPONE" em troca.
Eu desconfiei que fosse um TROLL mas fui até o terminal.
O cara realmente colocou um capone, então, coloquei meu centauro e aceitei. Para a minha surpresa... ele também.
Eu fiquei muito feliz e fui logo abrir o inventário, mas... eu não achava o CAPONE.
Sim, ele tinha usado HACK no terminal. Quando me dei conta disso comecei a chorar muito.
Um dia depois resolvi mandar um EMAIL PRA EQUIPE MINIMUNDOS relatando o acontecido. Felizmente, depois de um tempo eles resolveram o problema e eu recuperei meu Centauro.
Nesse ano eu também me lembro de ter comprado 3 pacotes: PACOTE DRAGÃO DRAKE, PACOTE VIP REALEZA E UM PACOTE que vinha as máscaras do wolverine e da mística.
Certo, eu segui lucrando muito no jogo quando aconteceu algo muito bom. Alguém no mercado de trocas ofereceu um "Controle de games deluxe" em troca do meu gato caramelo + capa Royal. Eu certamente desconfiei, pois associei com o caso do Centauro.
Mas deu tudo certo e lucrei uns 30k.

FOTO DO DIA:
https://preview.redd.it/njvj718vlia41.png?width=1023&format=png&auto=webp&s=f2f18e316d4c24302c55a62f4a17e0811ee9cf94


Certo, eu continuei lucrando até setembro, quando consegui 80k de MiniMoedas, naquela época era bastante coisa.
Comprei vários raros que queria... CUPIDO, FOX, ROYAL, ETC...
Eu passava o dia todo no mercado e tenho várias histórias sobre lucros grandes, mas claro, só vou contar as principais, caso contrário isso seria um livro.
E a história fica triste novamente...
Eu comprei um Juan Perigo com meus 80k.
Juan
10 Minutos depois fui fazer outra troca, e precisava de 25 moedas pra fechar. Então... eu reembolsei um item da roleta no inventário.
Eu fui muito burro e cliquei no Juan.
Sim, eu reembolsei o Juan Perigo e perdi 80k.

FOTO:
Foto do reembolso

Certo, eu abandonei o Minimundos novamente, e dessa vez foi por um longo tempo...



• 2016/2017/2018 - Certo, mesmo tendo abandonado o jogo eu entrava de vez em quando. Até que uma vez, lá pra dezembro de 2016 no natal, um cara no mercado de trocas me deu um RARO e disse: FELIZ NATAL.
O raro era CHOW CHOW o cachorro, e a partir dele eu LUCREI MUITO... MUITO MESMO! (Lembrando que eu recomecei do zero e nunca mais gastei dinheiro no jogo).
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Eu lucrei até 100k em menos de 1 MÊS, e também conheci várias pessoas que se tornaram amigos.

Até que outra coisa boa me aconteceu, uma coincidência muito grande.
Uma pessoa no mercado de trocas ofereceu um controle DELUXE (MAIS UMA VEZ O CONTROLE DELUXE NA HISTÓRIA) em troca da minha cartola dourada (que tinha pago 1k)
Ok... depois de um tempo eu troquei o controle por 200k + traje doutor sangrento.
E troquei o traje por itens que davam 80k.
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Sim, eu lucrei 279k.

Depois disso poucas coisas aconteceram; sim eu aprendi a lucrar mais ainda. Em 2018 eu já estava com uns 700k.
Você já deve ter percebido que eu só ficava no MERCADO DE TROCAS KKKKj, mas eu também ficava bastante na PRAÇA CENTRAL e na casa de amigos.
Houve uma época que eu até criei uma LOJA DE RAROS.
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Lá pra Abril de 2018 eu fiquei sabendo sobre o fechamento do jogo, e claro... fiquei extremamente triste, não pelos raros que iria perder, mas pelas amizades principalmente.

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E em 8 de Abril o Jogo fechou. O jogo que tinha jogado por toda minha infância :(


Bem, escrevi esse texto bem rápido. Tentei contar as principais histórias que passei jogando MINIMUNDOS. Espero que um dia ele volte.

Obrigado MINIMUNDOS.

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2019.09.15 19:11 YareYareDaze007 Minha "breve" história amorosa

Essa História que será aqui contada, nesse livro, é a jornada de um garoto chamado Giovane, um garoto quieto, de poucos amigos, porém muito estudioso, sempre tirava boas notas na escola. E é exatamente lá que nossa história começa.
No ano de 2017, nosso protagonista está sentado tranquilamente em sua mesa, na sala de aula, quando repentinamente ao olhar de relance para a porta, ele percebe alguém entrando, mais especificamente uma garota, uma linda garota, que instantaneamente desperta o encanto de Giovane. Vale lembrar que naquela época, ele era um garoto de 13 anos, sem nenhuma preocupação além de vídeo-games e estudos, mas tudo aquilo estava prestes a mudar. Naquele momento, ele havia descoberto o amor, que muitas vezes pode ser comparado à uma benção ou maldição. Ao ver a garota de nome desconhecido entrar, Giovane logo ficou surpreso com tamanha beleza, porém no momento não fez muita coisa. Apenas voltou aos estudos e tentou não pensar muito naquilo, porém era quase impossível, a cada conta que fazia, a cada texto que lia, a imagem da garota continuava a aparecer em sua cabeça. O que era muito ruim, considerando o fato de Giovane sempre dar muita importância aos estudos, aquilo estava o atrapalhando. Mas logo o nome da garota foi revelado: Sabrina. Giovane ouvira a professora dizer esse nome na chamada e viu a garota responder.
Não demorou muito para ele se dar conta do que havia acontecido. Ele sabia que estava sob o efeito da droga mais poderosa que existe: O Amor. E para o amor não existe cura, apenas o tempo, que foi justamente o que decidiu fazer: dar um tempo e ver o que acontecia. Giovane Não tinha ideia de como os eventos se desenrolariam dali em diante, não sabia o quanto sofreria pensando nela.
Passado algum tempo, cerca de 3 meses, e o amor de Giovane por Sabrina continuava aumentando, como uma fogueira que é atiçada pelo vento. No entanto, uma dúvida ainda pairava sobre sua cabeça: O sentimento era recíproco? Sabrina via Giovane com outros olhos? Ele não sabia, e isso estava o enlouquecendo.
Um mês depois do acontecimento anterior, ele havia pensado em uma maneira de acabar com suas dúvidas, era o único modo que nosso protagonista havia pensado: Falar à Sabrina sobre seus sentimentos. Porém, Giovane era um garoto extremamente tímido, o que deixava essa hipótese quase impossível. Ele tinha medo de contar o que sentia e não ser correspondido, ou ainda pior, ser ridicularizado pelas pessoas ao redor da escola. Chega o fim do ano e Giovane não havia conseguido se declarar. "Meu Deus, mas e se ela não estiver aqui o ano que vem? " Pensava.
2018, início do ano. E para sua surpresa, ele estava na mesma sala que Sabrina. Seria o destino dando uma segunda chance a ele? Talvez. E como dito anteriormente, seu amor não diminuía, apenas crescia dia após dia. Nosso protagonista tem 14 anos agora, muito mais maduro, certo? Errado! Ele continuava com uma ideologia de " deixar o rio fluir ", ou seja, não fazer nada e deixar que o destino cuidasse do resto. Claramente essa tática não deu certo. Porém, Giovane possuía um amigo chamado Marcos, cujo qual se dava muito bem com as mulheres. E fui justamente a ele que Giovane foi pedir ajuda. E acontece que Marcos era realmente bom no que fazia, e milagrosamente conseguiu fazer Sabrina se aproximar consideravelmente de nosso protagonista, que estava pensando sobre a vida e as decisões que havia tomado e aparentemente não interagindo com Sabrina, o que fez Marcos aparecer e talvez ter causado o maior arrependimento da vida de Giovane. Ou não? Marcos chegou conversando com ambos e acabou deliberadamente por falar que Giovane estava apaixonado por Sabrina, o que deixou nosso protagonista completamente paralisado, como se tivesse visto um fantasma, sem nada para dizer, como se tivesse visto a morte cara-a-cara. E Sabrina pareceu incrédula do fato, tanto que até se levantou da cadeira na qual estava sentada e estava se dirigindo a seu lugar, quando Marcos a parou e tentou argumentar com ela, mas nada parecia dar certo. Enquanto isso, nosso protagonista continua sentado imóvel na mesma posição que havia começado a conversa. Passados cerca de 3 minutos, Sabrina chega à mesa de Giovane e pergunta:-O que aconteceu?
-Nada. Diz Giovane
-Você está com cara de bravo. Foi alguma coisa que eu fiz?
-Não, não foi nada.
E Sabrina sai daquela mesa e volta para a dela.
A partir daquele dia, Giovane se tornou outra pessoa, alguém completamente novo. Ao invés do garoto alegre e piadista de sempre, ele havia se tornado alguém quase depressivo, não falava quase nada, passava horas parado pensando na vida, não fazia mais tantas piadas. Até o dia 10 de agosto de 2018, quando ele decide que não vale mais a pena sofrer tanto por conta de falta de coragem. Na escola, durante a aula de geografia a lição era fazer um mapa-múndi e foi o que nosso protagonista fez, porém Marcos tinha um plano para ambos ganharem nota apenas com o esforço de Giovane, que aceitou ajudar já que poderia precisar de algum favor de Marcos algum dia. E foi um plano, absurdamente bem bolado, executado com maestria e finalizado com êxito.
Na noite daquele mesmo dia, Giovane decide cobrar a ajuda que ofereceu à marcos. Mandou uma mensagem para ele e combinou que iriam executar um plano para que nosso guerreiro Giovane tivesse a coragem de se declarar à belíssima donzela Sabrina. Marcos a convenceria a segui-lo e passaria por um local combinado, onde Giovane apareceria e abriria seu coração para ela, acabando de uma vez por todas com isso, do jeito bom, que Giovane sairia com uma namorada e se livraria de sua tristeza ou do modo ruim, que era o que Giovane achava mais provável, onde ele seria completamente rejeitado e jogado à depressão para sempre, porém esquecendo de Sabrina. Nada poderia impedir esse plano de funcionar.
Exceto uma coisa: O esquecimento de Marcos que não conseguiu atrair Sabrina até o local combinado, o que fez com que Giovane saísse vagando pela escola envolto em seus pensamentos, e andando sem parar, para praticar pelo menos de alguma maneira, algum exercício, contudo ao fazer a volta na escola várias e várias vezes, no caminho Giovane se deparava com Sabrina andando com uma amiga e seu namorado, e durante algumas dessas vezes ele pôde ouvir claramente a amiga de Sabrina dizer: " quem quer catar a Sabrina? " Duas vezes na mesma hora em que ele estava passando e ainda ouviu mais uma última vez: " Ela está se doando ". Giovane estava começando a ligar os pontos, tudo começava a fazer sentido em sua cabeça. A vontade dele era alterar o curso de sua caminhada e abrir seu coração a ela, porém se fizesse isso, ele estaria desperdiçando um favor de Marcos, então Giovane Simplesmente continuou sua jornada de volta à sala de aula. Ele estava prestes a descobrir o significado de tudo que aconteceu.
No final daquele dia, Giovane decidiu perguntar à marcos se ele havia se esquecido. E de fato ele havia, no entanto se ofereceu para fazer o mesmo plano no dia seguinte. Giovane concordou.
Terça-feira, 14 de agosto de 2018, nosso protagonista vai para a escola apreensivo pensando em como vai ser, no que ele vai dizer..., mas durante a aula de história, nosso herói percebe que Sabrina estava muito impressionada com o professor novo. Estaria ela realmente afim do professor? Ou seria apenas uma brincadeira? Ele não sabia e isso o deixava apreensivo. Na próxima aula, a de matemática, a professora havia mudado Sabrina de lugar. E coincidentemente, o lugar que ela foi designada era bem perto do lugar de Giovane. Seria esse o destino colaborando mais uma vez para que tudo desse certo em sua vida?
No recreio, tudo estava combinado com Marcos. Só lhe restava sair da sala e seguir com o plano. Acontece que um amigo de nosso protagonista, conhecido pelo codinome Sem Mão, decidiu segui-lo e ver o que aconteceria e como acabaria. Giovane conta o plano à Sem Mão, que fica impressionado e diz que aquele plano era como fazer roleta russa com 5 balas. No entanto, Marcos demorou muito para fazer o plano e quando fez, não fez corretamente: Ele simplesmente disse para Sabrina que Giovane gostaria de conversar separadamente com ela, enquanto nosso protagonista apenas passava por ela e ia direto ao banheiro, pois estava muito tenso. Acaba o intervalo e Giovane se dirige à sala de aula. Na última aula, logo em seguida da de educação física, todos voltam para a sala e se preparam para a aula de matemática e provavelmente a coisa mais inesperada desse livro acontece: Ele pensando na vida como sempre, consegue ouvir Sabrina e Vinícius, um outro colega de sala, discutirem sobre voltar ao lugar anterior deles, e de repente ouve ela dizer que aquele lugar era bom porque ela conseguia ter uma boa vista de uma coisa. Instantaneamente nosso protagonista percebeu que essa "coisa" era nada mais nada menos que ele mesmo, até porque em certo momento dessa conversa ele pôde perceber Vinícius responder: Do G? Que foi logo respondido com uma resposta de Sabrina: Por que você não grita logo de uma vez?! Seguido disso, Vinícius em tom de brincadeira, aumenta levemente sua voz e repete a frase anterior. A teoria das cinco balas de Sem Mão acabara de ser refutada, pois com essas informações, suas chances aumentaram consideravelmente, deixando a arma com apenas uma bala. Estava muito claro para Giovane que Sabrina aparentemente gostava dele, mas não queria que isso fosse exposto. Passado certo tempo da aula, mais uma vez Sabrina diz que é um bom lugar e que ela consegue observar muito bem essa "coisa" e foi respondia por Vinícius: Mas do seu lugar anterior, você também consegue ver. E logo veio a resposta: Sim, mas daqui eu consigo ver mais de perto, logo esse lugar é melhor. Ele sabia que, ou se tratava dele ou de algum de seus amigos que sentavam perto, e estava bem convencido de que se tratava dele. Nesse momento, Giovane estava pulando de alegria por dentro, mas por fora só se via sua expressão mais comum: a de indiferença. Ninguém simplesmente olhando, poderia saber a felicidade que residia dentro de Giovane naquele instante. Ele foi para casa se sentindo renovado e feliz, só não voltou saltitando por motivos de masculinidade. O que aconteceria depois?
No dia seguinte, Giovane não foi para a escola. Ele havia ido ao médico, e como o sistema de saúde do Brasil não é dos melhores, não conseguiu voltar a tempo de ir para a escola. Ainda nesse dia, pela primeira vez ele decide tirar seu bigode e por incrível que pareça, se achou mais bonito e se sentiu deveras confiante em sua jornada. Por volta das 18 horas, conversa por mensagens com seu amigo Sem Mão e lhe conta sobre o que havia descoberto ouvindo aquela conversa, e para desanimar um pouco nosso herói, Sem Mão diz que o "G" mencionado na conversa, poderia ser de Gustavo, outro aluno da mesma sala, mas Giovane prefere acreditar que ela se referia a ele. Logo em seguida, começa a conversar com Marcos, que também fica ciente da situação e diz:
- Ela está brincando com você, cara...
- Não, estou tão confiante que apostaria cinco reais que ela não está brincando!
- Cinco reais? Apostado então! Mas para você ganhar, ela tem de deixar explícito que aceita você. Assim como para eu ganhar, ela deve deixar explícito que rejeita você.
- Claro.
Giovane não possuía cinco reais, nem sabia onde conseguir, mas estava confiante.
16 de agosto de 2018, nosso protagonista aparece na escola e diferentemente do último dia, não parecia tão tenso, parecia até mesmo confiante do que iria fazer. Logo Marcos apareceu:
- Está fechada a aposta de hoje?
- Com certeza!
- Você sabe que vai perder, né?
- Certamente que não, estou tão confiante que nem trouxe o dinheiro, como sinal de que sei que não vou falhar! – Cada frase que nosso protagonista falava, era dita com convicção.
- Se está tão confiante assim, suba a aposta para dez reais!
Giovane pensou por alguns segundos. Ele não tinha esse dinheiro em mãos, mas para mostrar confiança à Marcos e a si mesmo, subiu a aposta.
- Feito!
No instante que disse isso, o sorriso malicioso que habitava o rosto de Marcos fora substituído por uma expressão de espanto. Não podia acreditar que nosso herói estava tão confiante. Porém, durante toda essa conversa na aula, Marcos decide contar à professora de ciências sobre a aposta, e para a surpresa de ambos, ela havia achado uma aposta interessante.
15:30, havia chegado a hora do intervalo, a hora da verdade. Quando pôs o pé para fora da sala de aula, soube que duas coisas importantíssimas estavam em jogo: Seu futuro amoroso e dez reais, que podem não parecer muito, mas na época que o país estava... Ele achava que seria fácil, mas estava muito enganado, pois quando estava fazendo o reconhecimento do melhor lugar para a abordagem, pôde sentir sua perna fraquejar. Depois de dar algumas voltas na escola e consequentemente acabar encontrando com Sabrina no caminho, ele havia achado que estava pronto e quando foi procurar seu alvo em movimento, não o encontrou, no entanto, logo descobriu que ela estava sentada, com sua amiga já mencionada anteriormente. Não havia mais escapatória, teria de se declarar na próxima volta e podia sentir seu coração bater cada vez mais forte ao se aproximar do local. Infelizmente, ao chegar e estar preparado, se depara com mais 4 garotas conversando com Sabrina e sua amiga, o que fez nosso herói alterar o curso e ao invés de parar, acabou seguindo sua trajetória comum. Faria na próxima volta, não importava o que acontecesse, porém, ao chegar novamente e ver que só estavam ela e sua amiga sentadas, não conseguiu. Era como se uma força desconhecida o impedisse.
Bate o sinal para todos voltarem para suas salas de aula e nosso protagonista entra e percebe que teria uma aula vaga, e logo seu lamento em não ter conseguido se declarar, se tornou em forças para tentar agora que não haviam tantas pessoas lá fora. E mais uma vez não conseguiu, até que Sem Mão propõe um desafio: reproduzir um desenho de seu amigo Raul, um cara vidrado em desenhar, e Giovane aceita, pois ficar andando e se lamentando não era a melhor atividade. Chegando onde Raul estava, Sem Mão explica o desafio, porém, por algum motivo Raul pega uma folha e corta em duas, dando uma parte para Sem Mão e outra a si mesmo. Giovane não se importa. Na verdade, parecia não se importar com mais nada depois de ter fracassado em conversar com uma garota. Sem Mão reproduz um desenho de um homem com terno roxo e gravata que Raul havia feito. A única diferença, no entanto, foi que sua reprodução ficou parecendo o cruzamento de um desenho de uma criança sem talento com um feto malformado em um pote com formol. Após isso, aparentemente Sem Mão ficou tão entediado quanto nosso protagonista e decidiu voltar a andar, quando de repente veem Marcos e o namorado da amiga de Sabrina tentando tirar a namorada de Marcos e a amiga de Sabrina de um banco no qual estavam todas sentadas. Giovane pensou que poderia ser Marcos querendo ajudá-lo a conseguir, mas qual seria sua motivação além de perder dinheiro? E eles conseguiram tirar as garotas do banco, deixando Sabrina sozinha, que decidiu levantar e começar a andar, mas nosso herói não pensou em abordá-la, simplesmente não tinha a coragem para isso. E acontece que ele era um cara muito corajoso quando se tratavam de brigas e tudo mais (até enfrentou um bando de garotos que estavam o incomodando uma vez), mas quando se tratava de garotas, ele não sabia o que fazer. Depois disso voltou para a sala a tempo de acompanhar as duas últimas aulas de geografia. Contudo, no final da última aula, Marcos veio conversar com nosso herói:
- E aí cara, cadê meus dez reais?
- Eu não falei com ela, logo não tomei um fora, o que significa que eu ainda fico com meu dinheiro.
- Porra, cara. Qual a dificuldade? É só chegar lá e falar " eu estou afim de você, vamos ficar juntos? " E acabou.
- Se fosse tão fácil assim, eu já teria feito há um ano e oito meses atrás...
- Mas é fácil!
- Não para mim. Me falta coragem.
Então Marcos decide tomar uma abordagem mais agressiva.
- Olha lá a bunda dela como é grande! Você não quer ter isso?
Giovane continuava dizendo que não tinha coragem.
- Olha lá, o cara foi dar tchau para ela e passou a mão na bunda dela! E ela ainda deu risada! Você vai deixar o cara fazer isso com sua futura esposa?
O sangue de Giovane fervia, como se ele mesmo fosse explodir a qualquer momento, mas ele era um cara calmo e conseguiu se manter normalmente apenas dizendo " calma e tranquilidade " a si mesmo enquanto Marcos dizia:
- Se amanhã você não conseguir, você vai ter de dizer para todo mundo que você é um merda e eu sou superior!
- Okay, já me considero um merda normalmente...
Mas aquela conversa lhe deu forças para o que ele faria no dia seguinte.
Dia 17 de agosto de 2018, nosso herói está prestes a sair de casa, enquanto seu pai assistia tevê, e de relance, pôde ver a notícia mais bizarra que já havia visto em toda a sua vida: " Homem-Aranha do crime " que aparentemente era um ladrão que escalava prédios tão bem que recebeu esse nome.
Chegando na escola, pronto para fazer um trabalho de artes, acaba descobrindo que haveria outra aula vaga, já que sua professora tinha faltado, o que o deixou feliz e enraivecido. Quando já havia saído da sala e estava andando pela escola, começa a falar com Sem Mão desse livro que está sendo escrito agora mesmo.
- Vai ter muita coisa nesse livro!
- Essa conversa também?
- Provavelmente, já que eu vou colocar qualquer coisa que pareça insignificante o suficiente no lugar de alguma informação que seria crucial, ou seja, essa conversa vai direto para ele.
- Bem, isso não seria meio que...
- Um Inseption muito foda!
- Eu ia dizer quebra da quarta parede, mas Inseption também está valendo.
- Não é bem uma quebra da quarta parede. Eu só estaria fazendo isso se eu dissesse: " Ei, você aí que está lendo esse livro, como é que você está? "
- É, realmente...
Ao andar, se deparava algumas vezes com Sabrina andando com Marcos e outra pessoa não apresentada anteriormente: Kauã. Em algum momento, Marcos tentou parar Giovane o empurrando e lembrando que ele tinha de concluir sua tarefa naquele dia, ou então seria um fracassado.
- Você tem até hoje para conseguir.
- Veja bem, meu amigo, até a meia-noite ainda é hoje.
E essa foi uma sacada bem esperta, tenho que admitir. Enfim, nosso protagonista continuou andando um pouco até que...
- Giovane! Chega aqui! – Disse Marcos aos berros sentado em um local perto de uma árvore.
- Porra... – Disse Giovane.
E foi andando até chegar a ele.
- Que foi, cara? – Perguntou em tom de desânimo.
Eu preciso que você tire uma foto.
" Uma foto? " Pensou Giovane, achando que poderia ter um esquema armado por Marcos.
- Ok, vamos lá!
E foram caminhando em direção à uma outra parte da escola. Quando chegaram, nosso herói se pôs em posição e segurando o celular de Marcos, estava pronto para fotografar. Enquanto olhava para a tela do celular, podia ver Sabrina e sua beleza, ao mesmo tempo que pensava " Caralho, eu sou um merda meu irmão! " E tirou a foto. No entanto, o que não sabia, é que quando já ia se retirando do local, Marcos o chamou e disse:
- Não, cara. A gente só quer que pegue essa parte da parede.
- Ah, ok.
E novamente estava em posição observando Sabrina pela câmera, e logo tirou outra foto. E dessa vez, conseguiu voltar à sua rota sem ser chamado mais uma vez. Andava e andava, sem rumo, sem destino, sem coragem, quando com sua super audição pôde ouvir Sabrina discutindo com Marcos, atrás dele.
Ouvindo isso, ela decide desafiar Marcos para uma briga, e ele logo se acovarda. Como Giovane, ele não tinha coragem. Quanta hipocrisia, não é mesmo, caro leitor? No entanto, ele logo teve uma ideia.
- Vai lá e usa essa raiva no Giovane!
E Giovane continuava andando na frente apenas ouvindo essa conversa, quando foi chamado.
- Giovane! Chega aqui!
E lá ele foi conversar com ele.
- O que foi dessa vez?
- A Sabrina quer te dar um soco.
Mas ela não queria.
- Não, eu não vou! – Disse ela.
- Por que não? – Perguntou Marcos
- Porque eu estou com raiva de você, não dele!
Mas depois dessa breve conversa, Giovane notou um olhar de Sabrina dirigido ao nosso herói. Sabrina realmente teria olhado para ele da forma que imaginava? Ou só estava ficando louco? Descobriria tudo isso em breve...
Dia 18 de agosto de 2018, sábado, por volta das 22:30 da noite Giovane é contatado por Marcos com uma mensagem:
- E aí, cara?
- Opa.
- Tudo beleza, cara?
- Tudo de boa.
- Então, cara... eu acho que você perdeu a aposta.
- Não, pois a aposta não tinha prazo. A única coisa que tinha prazo era eu dizer que sou um merda e a sexta já passou, então você foi enganado...
- Aí é que está, meu amigo quem está se enganando é você mesmo. O único que está sofrendo por amor é você.
- Sim, mas ainda assim, a cada dia minha coragem vai aumentando...
- Não se iluda meu pobre amigo. Esse seu coração não merece sofrer!
- Eu estou apenas contando os fatos.
- Não ame aquela garota, ela não merece você.
- Se fosse tão fácil assim... E você não vai me fazer desistir, porque sou brasileiro e brasileiro não desiste nunca!
- Entendo, apenas não quero que sofra por algo que não tem futuro.
- Eu já sofri para caralho, eu tentar isso não vai aumentar a dor que eu sinto por não estar ao lado dela.
- Você realmente quer isso, não quer?
- Sim, porra!
- Para que você possa ver que eu não estou mentindo. Eu nunca disse isso para você, porém... eu realmente não tenho nada para fazer.
- Etcha porra!
- Sim, essa foi a única palavra que você nunca me ouviu dizer.
- E qual seria? – Perguntou Giovane apenas para ver Marcos admitindo que estava tão perdido quanto ele.
- Eu não sei o que fazer.
- Ca ra lhou.
- Por conta dela, não tem muito o que fazer.
- Isso mostra que é um caso absurdamente difícil.
- Sim, porém não impossível.
- Até porque nada é impossível, exceto o Palmeiras ganhar um Mundial. Isso é impossível.
- Kkk verdade. Como eu já vi que você não vai desistir da Sabrina...
- Certamente que não.
- Eu vou pelo menos tentar ajudar.
- Que bondoso.
- Porém, como nada na vida é perfeito, eu vou usar minhas técnicas...
- Caralho. Tenho trauma dessas técnicas.
- Pode apostar! Até porque, eu aprimorei elas...
- Acho bom mesmo, kkk
- Porém não foi para um lado bom! Foi para um lado mais extremo.
- Puta merda.
- Eu já pensei no que vou fazer. Funciona muito em filmes e novelas.
- Diga-me.
- Vou trancar vocês dois, em algum lugar sozinho.
- Caralho. – Giovane já sabia que aquele plano não iria funcionar, porém decidiu ouvir até o fim.
- Vai ser perfeito. Você vai ver, aí é por sua conta. Na verdade, a parte mais difícil sempre vai ser para você.
- Eu estou com um certo medo do que pode acontecer.
- Ela pode falar tudo que sente por você, ou ela pode ficar de fato com você.
- Ou pode não acontecer nada.
Depois de um tempo de conversa Marcos se convenceu de que seu plano não era dos melhores. Até que disse:
- Eu te ajudo e você me ajuda. Eu te ensino o que sei, e você o que sabe...
- O que exatamente você precisa?
- Eu quero saber como você pensa tanto e quero saber como você é tão concentrado, etc....
- Caralho, sério?
- Sim.
- Ok, aqui vai. Não tem segredo: Você só tem que pensar que sua vida dependesse daquilo. Mas, o lance de ser pensativo, acho que é porque eu não tenho muito o que fazer, apenas pensar.
- Ótimo!
- Espero ter ajudado.
- Ajudou sim, muito obrigado. Agora o que você precisa?
- Fora o lance da Sabrina, nada.
- A melhor opção seria chegar nela em alguma hora em que ela estivesse sozinha ou falar que é uma conversa em particular.
- Sim, o lance é que eu preciso de coragem.
- Quer saber, você transmite confiança. Algo que eu queria muito transmitir.
- Só reprimir suas emoções e mostrar nos momentos mais cruciais.
- Como assim?
- Você nunca sabe se eu estou feliz ou triste, certo?
- Certo.
- Mas as minhas emoções mudam. Tudo que eu faço é mostrar o que eu quero que os outros vejam: A minha cara de indiferença de sempre.
- Porra.
- É basicamente só isso.
- Valeu, cara.
- Você me ajuda muito, estou retribuindo.
- Muito obrigado. Mesmo, cara.
- Não há de quê.
Dia 19 de agosto de 2018, Marcos envia uma mensagem por volta das 21:00 para Giovane:
- Cara, estamos na mesma situação. Eu me apaixonei e ela não dá bola para mim. Fudeu, eu me apaixonei. Isso não é natural no universo.
- Vamos conversar.
- Fudeu.
- Você se fodeu.
- Sim, Fudeu. Eu me apaixonei e isso não é normal da porra da natureza! Eu sou Marcos Ribeiro, não posso me apaixonar!
- Agora sente o que eu sinto há quase dois anos. Não é fácil quando é com você, né?
- Literalmente não. Mano, ela é maravilhosa e não me dá bola. Nem com meus truques e experiência não consigo.
- Você sabe que se eu conseguir ficar com a Sabrina e você não pegar essa mina, o mundo deu uma puta volta.
- Sim.
- Algo de errado não está certo.
- Nem um pouco. Mas, mano ela é perfeita! Pensa na Sabrina e multiplica por 20.
- Impossível!
- Juro.
- Para mim não existe nenhuma garota na face da terra que se compare à beleza da Sabrina. Acho que o amor faz isso...
- Mano, Fudeu. Eu me apaixonei. Pera aí...
- Eu poderia ser muito cuzão e não ajudar, mas você tentou me ajudar, então farei o que puder.
- Pronto. Não sou mais apaixonado.
O amor não é brincadeira de criança, é coisa séria e não se livra do amor tão rapidamente. E Giovane sabia disso, então ou Marcos não estava apaixonado desde o início, ou ainda estava apaixonado ou talvez estivesse inventando tudo aquilo.
- Ata kkk.
- Sério, passou. Eu me controlei.
- O amor vai e vem como uma montanha-russa.
- Não. Não comigo.
E foi então que nosso herói se preparou para fazer um dos melhores discursos de todos os tempos.
- Você pode ter esquecido agora, mas vai pensar nela de novo. E aí fodeu. Mas, se tem uma coisa que eu aprendi é que você tem que insistir...
- Não. Foda-se.
- ... até não ter mais forças. Você não vai esquece-la, apenas aceite o destino. Se você não tentar, alguém vai e você vai ficar muito arrependido. Então você não vai desistir, porra! Logo você, o cara que me incentivou a correr atrás da Sabrina, não pode simplesmente desistir. Essa pode ser a mulher da sua vida, então você teria que ser muito burro para deixar de tentar. E é por isso que você vai correr atrás dela.
Esse foi um puta discurso. Foi tão bom que parece que foi redirecionado a si mesmo e deu forças para ele fazer o que faria amanhã.
Dia 20 de agosto de 2018. O que nosso herói fez? Nada! Até tentaria falar com Sabrina, mas o problema é que não a via. Ficou todo depressivo por passar mais um dia sem conseguir e foi para casa. Chegando lá, sente uma certa fome e decide fazer uma omelete. Uma coisa que deve ser dita anteriormente, é que independente de quanta pimenta do reino colocasse, não conseguia sentir a picância que deveria. Fazendo a omelete, coloca pimenta do reino e seus dedos ficam sujos. Logo vem seu pai, com uma má intenção.
- Lambe a pimenta aí para você ver que não arde quase nada.
Giovane confiava em seu pai então provou e por um segundo pensou " nossa, não arde mesmo ", mas estava muito enganado e arrependido, pois depois de dizer isso, pôde sentir sua língua queimando como carvão em brasas, então pensou " vou tomar um copo de leite e estará tudo resolvido ", acontece que no momento a caixa de leite que estava na geladeira, havia acabado e Giovane teve que esperar cerca de trinta segundos de pura dor e sofrimento até conseguir abrir outra caixa de leite.
Esse pequeno conto não interfere em nada nossa história, mas achei que deveria ser compartilhado.
Quinta-feira, 23 de agosto de 2018. Nosso herói já está na escola durante a terceira aula, esperando o sinal para o intervalo. Ao ouvi-lo, Giovane, como sempre, começa a andar em voltas, porém, mais uma vez se depara com Sabrina, mas dessa vez ela não está andando, e sim parada com algumas garotas, o que eliminava completamente a possibilidade de tentar fazer seu plano, então apenas segue seu caminho. Voltando para a sala, ele não sabia, mas sua vida que já era depressiva, estava prestes a ficar pelo menos três vezes pior, por um tempo. Ao entrar e sentar em sua cadeira, pôde ouvir Yasmin, sua prima, dizer claramente que era um cupido, logo em seguida Sabrina conversa com alguém que ele não conseguira identificar, mas ouve a seguinte frase durante a conversa " Eu virei e dei um beijo na mina ". Naquele momento, não sabia o que fazer. Seus olhos começaram a lacrimejar como se estivesse cortando um milhão de cebolas enquanto um anão tailandês chicoteava suas costas. Sentiu que todo o sentido de sua vida havia acabado, sentiu-se como se o chão que estava aos seus pés havia desabado. Para esconder sua tristeza de todos e de si mesmo, Giovane adotou um comportamento bem agressivo, mas enquanto conversava com Marcos ouviu-o dizer:
- Vamos fazer uma aposta amanhã. Tipo os gringos jogam pôquer e apostam salgadinho essas coisas, já a gente que é fudido aposta bala. A gente poderia, sei lá, jogar algum jogo de azar tipo pôquer, truco...
- Eu toparia um truco. – Disse nosso protagonista.
- Ok, então amanhã todo mundo traz bala para apostar e a gente joga um truco.
Chegando em casa, de noite, Giovane decide contar a seus amigos sobre o motivo de ter ficado tão furioso a partir do intervalo, exceto por uma parte que ele não conseguia parar de rir como se fosse um retardado " Bebidas Xabás ". E ao contar para Semeão, ele recebe um discurso motivacional quase tão bom quanto o que havia feito para Marcos.
- Giovane, sabe o que você precisa?
- O que?
- TVNC
- Wtf?
- Tomar vergonha na cara.
- Porra, semeon.
- Criar coragem e ir.
- Sim. Só preciso do meu bigode, ele me transmite segurança.
- Não deixe que coloquem o dedo na sua cara e digam quem você é!
- Minha autoestima começou a subir...
- Virou mó conversa motivacionap. Maldito correto. R.
- Maldito analfabetismo!
- Cara, você é o cara!
- É bizarro que eu nunca pensei que não conseguiria por falta de coragem, mas sim por rejeição.
- Você vai conseguir. Se tiver a lábia mais do que perfeita, você é imbatível!
- Sim, eu só preciso chegar nela.
- E puxar um bom papo.
- Com puxar um papo, você deve saber que eu vou chegar fazendo a proposta.
- Hum, é mesmo?
- Se a porra do Marcos tivesse seguido o plano...
- Então quando você chegar nela, já sabe...
- Agora tenho que ir.
- Vou recobrar o favor do Marcos, mas falous.
- O Kauã está mandando eu jogar com ele.
- Olha só, escravatura, mas falous.
Naquele mesmo dia, ele cobrou o favor e Marcos concordou em ajudar.
Dia 24 de agosto de 2018, na escola durante a primeira aula que deveria ser de artes, mais uma vez é uma aula vaga. Ao andar com Sem Mão e Raul, como sempre nosso herói se depara com Sabrina sentada com algumas amigas. Dando algumas voltas, durante uma delas, ao passar pelo grupo de garotas, nosso protagonista consegue ver claramente Sabrina olhar diretamente para ele por cerca de três segundos. E não era qualquer olhar, era um olhar tão certeiro que não havia a possibilidade de ela estar olhando para algum outro lugar. Esse fator somado às informações que Giovane havia conseguido ouvir ao longo do tempo, lhe dava uma chance de 99% de Sabrina estar afim dele.
Feliz para cacete, depois que a aula vaga acaba, volta para a sala e vai fazendo as lições até chegar a última aula de geografia. Todos haviam se lembrado do que Marcos havia combinado sobre o truco. Mas ninguém trouxe um baralho.
Depois de tudo isso, com sua confiança, nosso herói faz uma das coisas que mais se arrependeria em sua vida, ele decide aumentar a aposta que havia feito com Marcos para 20 reais. Se ele conseguisse, seria ótimo ganhar esse dinheiro, mas Giovane não pensou no caso de não ganhar a aposta, pois estava cego pela ganância do dinheiro fácil. Marcos aceita a proposta e dessa vez foi mais esperto por ter colocado um prazo de dois dias na aposta.
Durante alguns dias, nada de tão importante acontece que deva ser mencionado nesse livro. Isso até o dia 30 de agosto de 2018...
Giovane decide que pediria Sabrina em namoro durante o recreio, mas para isso precisaria da ajuda de Marcos, que concordou em ajudar depois de certas negociações.
É chegado o intervalo e a tensão estava subindo, até porque agora além de Sabrina, 20 reais estavam em jogo, e nosso herói não tinha nem perto disso...
Giovane anda durante o recreio procurando Marcos e acaba o encontrando.
- Então, cara... agora seria uma ótima hora para aquela ajuda...- Disse nosso protagonista.
- Ah, sim claro, claro... A gente só precisa encontrar a Sabrina...
E lá se vão Marcos, Giovane e Thiago (Não o Sem Mão) procurando a garota. Até que Marcos tem uma genial ideia (sem sarcasmo).
- Giovane, faz o seguinte: fica ali na árvore que eu vou ver se eu encontro ela e chamo-a aqui.
Nosso herói concordou com a cabeça e foi se dirigindo à árvore. Chegando lá, não parava de pensar o que iria dizer, até que de relance, consegue ver Marcos caminhando com Sabrina em sua direção. Eles haviam chegado.
- Então, o Giovane tem um negócio para te falar...
"É agora", pensava Giovane. Não havia mais escapatória.
- É então, é sobre o lance que eu ia falar ontem... Sabrina eu sou absurdamente afim de você, e você sabe disso, então... quer namorar comigo?
- Então... no momento eu não estou disponível..., mas se quiser a amizade, estamos aí.
Ele se sentia arrasado, detonado, zuado, fudido, quebrado.
Aquelas palavras ecoaram na cabeça de Giovane, que agradeceu a Sabrina por ter cedido seu tempo e foi embora andando. Por incrível que pareça, ele se sentia libertado. Triste, porém, libertado.
E nossa história termina aqui com um final não tão feliz(ou será que não?).
E com essa finalização, eu agradeço por ter tirado um tempo do seu dia para ler isso.
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2018.10.05 02:41 DrkSrk -Poesias- (Livro : Ouro Acrético/Minha autoria)

Oceano
Lago límpido
Hábito pouco apreciativo
Ouvinte aceito,criança plena
Sagrada janela de sonhos tema.

Estruturação de uma mente de poucas memórias
Sendo as tais nada além de bons sonhos
Talvez pesadelos numa cortina de fumo e fogo
Razoávelmente sem emoção alguma
Um Diático Ascítrico Sintético Indigno
Também uma vingança de pouco objetivo
Um Cinético energético caótico Místico
Reação violenta ao que persigo
A Moeda tem dois lados mas as Fatias de uma maçã
Contém ainda mais faces desconhecidas num turbilhão
Avermelhado de variáveis e sintetização
O Magnum Opus de um grande Ser Sensação.
De Poucos Fazem-se muitos
E notas não lhes são necessárias
Uma Oração,um sacrilégio silenciado pelas bocas do vento
Maleficência e eficiência em olhos que não enxergam
Ao meu Ouvir,Pois o ver não me é permitido.
Mente,pois,de suas inebriantes propostas
E Sua língua está pregada a suas próprias palavras
Num Fruto De razões Sobrepostas
Término De um domínio de Pregações Severas
E serpenteante Venenosa Obrigação As Tuas Costas.
De quem é a culpa daqueles que não podem ouvir lamentos?
E Talvez não escutam murmúrios lançados a brasa ardente.
Paraíso Perdido de pouca ternura e Banalização
Ouvir Inconsequente,Chorar Sem Olhos,Comer Sem Boca
Um Tato Sem Mãos,Ou O Paladar Sem língua
Conteúdos de um apologético Mistério
A qual se convém a Poucos e jamais aos que testificam
Sapientes subservientes sementes No Plano Cemitério
Mande as mãos que escrevem a fornalha
Então Devorem as cinzas de sua própria falha
Mortificando-se ao justificar erros cometidos por mãos e
O Homem imperfeito nada presente
Retas numa folha de papel sem cantos
Insuperável erradicação fatalista e cataclísmica do
Absurdo fantástico ao que venera-lhe a Mente
Senão o coração A Que Pouco Bate em uma existência Crítica.

P e r o l a s A o s V e n t o s
S e F a z e m S e n t i r
E m o ç õ e s E M o m e n t o s
P a r a R e f l e t i r

Mente perturbada de poucas memórias
Então conturbada com poucas histórias
Nada compara com poucas vitórias
Também maltratada com lágrimas inglórias
E mesmo assim,mente como mente.
Para tudo e para todos deixou de existir
E seu passo frenético de nada se fez
Rotações aceleradas de olhos cínicos
Tomadas por algo apercebível,clínico
Uma manhã,um sonho de enfim se foi
Rota mística de lugar algum
Balões vermelhos que não fazem sorrir
Acrítico,acrílico,acético,Acscendente
Dominós caindo num sonho inconsequente
A fim de que possas enfim,fechar os olhos e.... dormir.

Homem De Poucas Palavras, a um pertenço e Sozinho estou.
Heliocêntricamente Abdicado de meu brilho
Livre Das Amarras Eletrônicas do Martírio
Ambivalente Ator.
E como Metálico,Me comporto em padrões Conhecidos
Agitado Por Imãs Que me põem em linha.
Como Um gênio,Crio Halos Em Meus Tecidos.
Mas Posso Ser Ametal,E não Obedecer as ordens que Continha.
Por Linhas vejo passar um período de tempo
E cada Grupo De Ossos de minha coluna é Alinhado a disposição
Numerado Em Memórias que me trazem a tona,lhes contemplo
Ao que Atomicamente Me Destilei Da raiva E retomei uma nova posição
Sinteticamente colaborado,feito sob medida,incontável
De Muitos Elementos,Balanceado
Ao que Minha valência significa Primeiro,estável
E De vários átomos Posso Me Fazer em liga atado.
Do Raio Que Convêm da tempestade,me Faço Atomico
E Meu Ser,De Alcalino,Se convêm nobre.
Ionificado,Posso Me Tornar Comico
Ser Denso Como ouro,chumbo,ou até mesmo conduzir como Cobre.

Saboreie o retorno a tua ruína
Angustiante procrastinação que o adocica
Nexo ao que prescrito és
Gravado em tenras rochas o faz eterno
Um retorno a alucinação coletiva
E do eterno o material se evidencia.
Numerosas falhas estritas em seu corpo
Escritas na margem do desgosto
Gema dilapidada e escura como a matriz de um segredo
Rota de erros,esculpida de temor e de abominação
O erro do homem se marginaliza numa escada de sangue negro.

As sete horas,o fogo queimou a todos
Mas as chamas saíram de suas bocas
Navios afundaram no álcool em palavras roucas
E o espírito incandescente avaliou-se de fogo
Silencio ecoou pelas florestas pelas bocas queimadas daqueles
Impios,peões de si mesmos ao que afagava-se a balbúrdia
Ao que caíram suas múltiplas cabeças com a espada da angústia
Com o horror que inflamava apartir deles
Olhos sangrando
Gosto rústico de aço e arame
Nomes supondo
Os olhos rutilantes
Sacrilégio ao gosto de rum e aspartame
Tempo que jamais andou durante a passagem
Incendiados por si mesmos,mortos por si mesmos a sua viagem
Conscientes de sua falha,com o arame a volta de seus pescoços
Ao tempo o tempo anda,ao que vivenciam,compostos.

O tempo onde as folhas caem ao chão
Um momento,assopradas pelo vento da unificação
Tanto eu como o destino sabemos desta data
O dia mais importante de minha jornada
No papel está escrito que devo ser como as folhas
Oceano desesperado,de múltiplas escolhas

Achado como aquele que insiste
Homem de miseria num algo que não existe
Lago de minha memoria que persiste
Incomensuravel falha a que caíste

oxɘlʇɘЯ oxɘn mɘƧ oxɘnoɔƨiᗡ oxɘvnoƆ

"Eu sou como fumaça,e passo pelos vãos de teus dedos.
intragável,escapo pelos furos dos potes onde tu me prendes...
improvável,que me catives ao que deixas aberturas por onde eu possa
passar... mas mesmo assim,mutualmente.....
neste enorme jogo de gato e rato ao que tentas me obter,ao que escapo de tuas mãos... somos um e partilhamos da mesma vontade.....
de ter um ao outro,juntos em uma eternidade."

-Réquiem Para o Meticuloso Capitão-
O capitão navega pelos lençóis de água,Desafiando a maré
Tentando buscar e saber ou entender o que é e porque é
O horizonte é equiparável ao pontilhar de sua bússola
Triunfante e exato num oceano de emoção lúcida
O Engatilhar das âncoras, anuncia o destino então alcançado
Torrencialidade em tempestades secas de areia de todo o lado
O Sol então o cumprimenta com severidade em seu calor
Tua alucinação no deserto mostrará quem deve ser a teu valor
O Deserto o chicoteia com ondas de calor escaldante
Tão somente calor enverga aos olhos o pontilhado do horizonte
O seu barco não existe,castigado pelas areias do tempo
Tampouco ao chapéu e âncoras,rasgadas da ilusão pelo vento

O sonhador em sua partida,lembrou-se dos
Segredos que foram enterrados nas nuvens
Orientação que fora feita com líquens
Natureza sólida ao seu redor
Há de haver algo maior e melhor?
Ao que o mundo é belo a tudo o que vê
Do que contêm-se nas gotas de chuva a previsão,prevê
O tempo que sempre andou e sempre irá andar
Regras para um ardor que jamais cessará

Querubins adornam tuas vestes de maneira impronunciável
Uma alva vestimenta perfeita,sob medida volúvel,palpável
E em caminhar-te ao local destinado,as pedras se movem
Ruas se tornam retas e aos velhos se entoa que são jovens
Um ser cujo destino é agradar aos outros,e jamais a si
Bom grado é o que lhe move e gratificação não busca em ti
Inapto ao grande banquete,do lado de fora remanesce
Mas não importa,pois a tudo tem,ao que convêm a ter vem e tem ao que merece

Câncer de suas indústrias que não cessam
Ao tomar vantagem da produção que almejam
Não se importando com o quanto matam
Cerrando os olhos a indiferença que exalam
E ao vapor do trem,as batidas dos carros
Reacendem as brasas dos malditos cigarros
Indicando descaso com a própria vida
Ganhando as custas de gente sofrida
E com muito desgosto
Na palidez do rosto
O que mata não é pessoas,mas o que elas criam,composto

Entretenho-lhe com entrelinhas da alma
Sobriamente apagadas,repulso a calma
Pelos dedos me esvai a vida
E pela mão me esvai a caneta tingida
Louca,vermelha de sangue ao escrever
Horas e palavras sem sentido ao alvorecer
O ponto do fim já vem depressa.
Do tempo me reserva pouco
O vazio do coração me agracia,oco
Psiquê mexida como as notícias que abalam sua vida
Linha retorcida ao que me espera somente o repouso
Alva e com foice afiada e polida
No pescoço pousa e corta a mim,tem bom uso
O tempo não preza,de levar ao que tudo de novo começa.

Obrigações de ouvir sonhos
Barras de ferro não fecham prisão
Riachos não escorrem por canos de diferentes tamanhos
Indiferença ao ouvir minha atenuante razão
Graças a ele podemos ser
Ao ouvir as gotas de orvalho caírem ao relevo
Coração batendo para que haja o florescer
Ao amor que jamais se esvairá com que escrevo
Obrigação é ser,lutar por,viver e assim então,renascer.

Desejo cegar meus olhos para jamais ver
Ensurdecer meus ouvidos para não ouvir
Saciar minha sede de saber palavras de auto preservação
E assim sustentar
Jogos de dualidade ao que a raiva toma a noite
O dia sendo coberto pela macia seda do tecelão.

Rosas sombrias de beleza inigualável
O sonho ambíguo e inseparável
Sensação única e inexorável
Ao manto de pétalas inexplorável
Sagrados gracejos e som inaudível
No lago de seus olhos pesquei
E fisguei a mais bela das rosas de verão
Ganância tê-la só para mim então
Rasurando minha mente com sonhos que nunca serão
A rosa negra que plantou em meu coração
Será lembrança das coisas que virão.

Azul royal brilho salgado
Zumbido angustiado com o gosto de sal
Um mar ríspido de orgulho e mágoa
Languidos a carcaça esmirrada da falha
Royal,imperador absoluto
Oceano impoluto de escolha e resoluto
Yahtzee cruzado,pouco se sabe ao que lhe atravessava
Ao que o mundo que ninguém contava
Labaredas escondidas a sua boca ao que nada falava.
Maestria na obra - supra sumo
Indignado ao conteúdo que consumo
Sonho que teço em minha teia e resumo
Trabalho ao que pouco anseava o amo
Indico com minhas flechas não o cupido mas o sonhador
Com passos lentos presumo e anseio pelo que vem ser,horror
O mundo de caos e linho ao que as flechas apontam a mirar o marcador
Soberano tecido do céu
O véu que cobre o seu rosto intocável
Berílio pó,chumbo corante
E da noite se faz as cinzas cortantes
Retas que não são se tornam,surreal implacável
Amarelo ouro que entorna,e cessa ao que transforma
No mundo,o ideal
O sonho cranial.
Ao que tecem as aranhas
O que encanta as entranhas
Que os ossos não tornem a voltar ao pó de que surgiram
Uma ambientação que não volte a ser principiada no que resumira
E que se tornara e vira.
Os olhos de conhaque brilharam fraco
Imperador e imperatriz,
Mestre e matriz
Príncipe e princesa,rivais por um triz
E os sonhos mirrados são concertados
Retas e linhas são de volta traçados
Ao que nada e tudo se tornam em um
Da dor que tudo sabe se torna sábio de nenhum
Orador da dor
Realidade impossibilitada de existir no ardor
Dera a mim a mão sombria
E a minha face tornara breve o tecido sonhador,e do tecelão que ainda iria
Realizar sua obra,o magnum opus que se tornaria
A realidade que iria vir,e que seria
Adorada e imprescindível
Ordem nesta casa de injustos
Roedores de pés justos
Dentes rasurados ao que malabares robustos
Emaranhados rútilos
Muitas regras ao que o azul royal dera aos seres sustos

Escrevo por poesia pois é minha maneira única
Semblante não o tenho e contemplo do templo a túnica
Corro de vozes e gemidos em onda sônica
Roo minhas unhas em vertigem crônica
E minhas palavras tornam se verso e música,sinfônica
Variações de uma ambientação disposta a ser,harmônica
Ouço a voz retocar me os ouvidos com audição clínica.

Diga-me o que não sei
Da dúvida se faz rei
Dormente nas mãos alguém
De cãibra se faz ser ok.

As engrenagens tem só uma função
Bater e funcionar como um coração
Cordas e válvulas em acordo entrarão
De certo compondo e terminando,sua nobre função.

Eu falo mais por aqui
Uma convivência sozinha e impróspera é tudo o que tenho.
Falo por mim
Ao que meus hobbies não me ajudam a afastar a solidão
Lá do fundo da psiquê a pioram
O que resta de mim então
Mas o que tenho além de suspiros
Ao que meus braços sequer me obedecem
Indo a ser aplacados por um ser invisível
Só me consome por dentro ao que não me apetece
Por
Outros já dei a voz
Roer o céu de estrelas dentro de uma casca de noz
Aqui é meu descanso e destino
Que ficará aqui comigo para sempre,vespertino
Um emblema do sonho quebrado
Ignóbil e mirrado,atado ao desprezado

Procure as você mesmo
Resuma a busca você mesmo
Oculte-se de si mesmo
Cure a ti mesmo
Una se ao mesmo
Resuma a procura pelo mesmo
E encontrará o motivo de ser o mesmo

Ele coordena a vida por parte
Languidamente admira seus livros e arte
E observa os reinos em seu estandarte.

No que deveria sentir me grato. ao que entende que
Algo morrera,preso a máquina
O que se tornara um andarilho de múltiplas facetas
Que sonhos almeja em sua vitrine
Um doce sossego
E um poeril sóbriamente juvenil?
Realizo a mim a escolha que fiz ao sustentar assim o ego
Ver o mundo como eu vejo não é fácil
Eu é que me ato a natureza a que respiro
Ruidosa mente de pouco cria muito.
Olho para ti e lembro deles.
Porém.... o que é?
O o segredo extasiante me põe a prova
Roo as unhas do saber em apreensão
Do que se faz?
O que busca?
Segredos e respostas talvez muito óbvios
Ouvi a sua história
Lhe agradaria ouvir a minha?

Eu me pergunto
Um dia poderão desejos serem realizados?
Tamanha crença nos leva a lugares nunca antes vistos
Ao que muralhas não nos separam dos sonhos.
Lindo ao que o impossível é derrubado e se troca pelo
Verdadeiro.
Eu sei o que busco e espero que um dia...
Zeros tornem se algo novamente e eu possa sonhar como você.

Muitas letras possuo,muita história guardo
Em minhas inúmeras andanças
Morros subi,estradas percorri
Ouvi histórias e as guardei na lembrança
Rios atravessei com meu maquinário
Impios derrotei com meus diálogos
A mim se percorre o dom
Sábio de guardar a memória dos seres em claro e bom tom.

Andava em zona de guerra.
Não havia ninguém nela senão soldados.
Andava com flores.
E eles com armas.
De tanta luta e sangue,o mundo tornou-se sem graça ou vida
E agora,ando com armas em meio as flores
Do contrário não viveria para ver o pôr do sol.

Alguma Vez já lhe disseram que até o futuro tem fim?
Na beira do espaço eu aviso estrelas de sua direção.
Atualmente há mais poeira do que estrelas. talvez assim
Linguagem louca,pare de entoar esta canção
Indico aos fogos e faço fatos
Tato se torna inexplicável num mundo exato
Imito e limito ao prático
Cacos de céu plástico
O Minério Eu desfaço com olhar analítico

Lenda brilhante inalcançável
Um sonhador preso a seu próprio amor a terra.
Ao que busca girar,se equiparar ao astro rei amável

Na escuridão do tecido,o berço de prata não mente ou erra
O turbilhão de estrelas ao sonho escurecido não é afável
Voam,cintilantes,ao destino final,sem paz ou guerra
A torno da majestade dos céus,de brilho emulável.

A natureza dos sábios a trouxe a mim em busca de resposta.

Não sabia o porque queria saber.
As linhas de seu martírio,sobrepostas
Também escondiam feridas incuráveis do viver.
Uma vez,um sábio me disse
Razão nenhuma encontrará nas coisas do ser
E somente ao sentir o universo como sentisse
Zumbidos de fundo,encontraria assim o que procura obter
A não ser que seja para ganho próprio

Da água não vem óleo,transformação não vem só por querer
O sonho do homem não se convêm a si,sóbrio
Somente sendo livre das amarras de si poderá então crer.

Somente abrindo os seus olhos e aspirando o que pode alcançar
A vida então poderá lhe ser tragável
Boa sabedoria que se possa realizar
Indagando por acontecimentos causados por gente afável
O sonho não morre,sendo sustentado pela coluna da vida a laçar
Somente assim o sábio encontrará o fim de sua jornada proposta.

Liso como o papel do qual compõe-se a obra
Escamoso como a pele de uma venenosa cobra
Se tiro do resto nada sobra
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